Brasília - O Brasil destaca-se mundialmente como o segundo maior consumidor de esmaltes, atrás apenas dos Estados Unidos. Mas o uso contínuo de alguns desses produtos pode levar, ao longo do tempo, ao desenvolvimento de reações alérgicas no organismo.
Hoje existem no mercado opções de esmaltes hipoalergênicos, que raramente causam reações adversas nos consumidores. Porém, para quem tem alguns tipos de peles mais sensíveis, é fundamental a orientação de um dermatologista e a realização de um teste alérgico feito por um profissional, indicando o produto ideal para cada tipo de pele.
Ao comprar esmaltes, a consumidora deve ficar atenta. Na hora da compra, deve verificar atentamente todas as informações que constam no rótulo do produto e na bula. E não comprar produtos de procedência duvidosa que geralmente são encontrados em sites de compra coletiva, clubes de desconto ou quaisquer outros meios que disponibilizem produtos com preço muito inferior à média do mercado.
Muitas mães costumam receber pedidos insistentes das meninas para colorir as unhas. O uso deve ser limitado e esporádico. Crianças menores de 2 anos, por exemplo, não devem usar.

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