A escolha dos livros didáticos é feita pelas escolas. Os professores votam nas obras previamente selecionadas pelo Ministério da Educação (MEC), e a distribuição é feita através do Plano Nacional do Livro Didático, com substituição programada para cada três anos.
A opção por diferentes títulos, na opinião da assessora para Língua Portuguesa do Núcleo Regional de Educação (NRE), Sandra Luppi, não prejudica os estudantes que mudam de instituição de ensino. ''Não é o livro que determina a proposta curricular da escola. Por isso, o professor utiliza o que se adapta aos seus alunos'', explica.
De acordo com o NRE, que congrega Londrina e outros 18 municípios da região, perto de 450 mil são distribuídos no início de cada ano letivo para os cerca de 90 mil estudantes da área de abrangência do órgão.
O Sistema de Controle de Remanejamento e Reserva Técnica (Siscort), um software desenvolvido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC), disponibilizado na Internet, permite às escolas e secretarias estaduais e municipais de Educação remanejarem, em caso de carência ou excesso de obras, os livros didáticos do ensino fundamental e médio distribuídos pelo PNLD.(F.R.F.)

mockup