Cinco escolas municipais da zona rural e urbana de Londrina precisam ser reconstruídas. ‘‘Elas nunca passaram por reforma e seu estado é tão precário que a única solução é derrubar o pavilhão atual para construir outras salas de aula’’, informou ontem o secretário da Educação, Dorival Peres. No total, o município tem 61 estabelecimentos.
Ontem de manhã, o prefeito Antônio Belinati e Dorival Peres assinaram a liberação do início das obras de reforma da Escola Municipal Dalva Fahl Boaventura, no Conjunto das Flores (zona sul). Criada em 1968 e ampliada em 70, a escola é uma das que nunca passaram por uma reforma. Construída em madeira e madeirite, a escola abriga hoje cinco salas de aula, secretaria e administração da escola que atendem mais de 400 alunos nos períodos diurno e noturno.
‘‘Para nós estas obras são um presente. Há muito tempo vínhamos lutando por essas melhorias’’, afirma a diretora da escola, Maria Adenir Tófano. Além de novas instalações, a escola ganha ainda biblioteca e sala de reforço.
As obras devem começar na próxima semana e a entrega está prevista para janeiro de 99. ‘‘Vamos fazer o possível para não precisar remanejar os alunos para outras escolas no período da construção’’, adianta Peres.
Só na reforma e ampliação da escola Dalva Fahl Boaventura, serão investidos R$ 122 mil, recursos liberados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento (FNDE), em parceria com a prefeitura. Peres explica que as outras quatro escolas também estão sendo reformadas. São elas a Leonor Maestri, no Conjunto Santa Rita (zona norte), Maria Carmelita (área central), José Dequech, no Parque Ouro Branco (zona sul) e a escola do distrito do Espírito Santo.
A estimativa da prefeitura é que, até o final do ano, as escolas municipais recebam cerca de R$ 2,3 milhões em recursos do município, Estado e União. Atualmente, diz Peres, 18 escolas municipais estão em obras de reforma ou ampliação.

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