Escola continua sob risco de desabamento
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quarta-feira, 19 de janeiro de 2005
Guilherme Gouveia<br> Reportagem Local 
Rolândia Os alunos do Colégio Estadual Professor Francisco Villanueva, que atende mais de 10 bairros de Rolândia (25 km a oeste de Londrina), retornam às aulas no dia 10 de fevereiro sem que os problemas estruturais tenham sido resolvidos. Os riscos de desabamento, incêndio ou curto-circuito continuam bem perto. A reforma era para ser iniciada em outubro, mas a demora na aprovação do cadastro da empresa que venceu a licitação inviabilizou a primeira etapa das obras.
Após a abertura dos envelopes, a empresa contemplada teve 60 dias para honrar o compromisso. O prazo se expirou, sem que o Departamento Estadual de Construção de Obras (Decon) assinasse a ordem de serviço. Segundo Miguel Paulin Pinto, diretor da AMP Construções Civis, vencedora do processo de licitação, a empresa perdeu o interesse na obra. ''Respeitamos o prazo, mas hoje a obra é inviável para nossa empresa''.
Segundo o engenheiro Edson Simioni, diretor-técnico do Decon, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que vai financiar a reforma, demorou mais de 60 dias para aprovar o cadastro, deixando a vencedora da licitação sem o compromisso de tocar a construção. Ele afirmou, no entanto, que as obras serão iniciadas dentro de 30 dias, no máximo. A segunda colocada no processo de licitação será a responsável pela reforma.


