Escocês diz que não torce por ninguém
Escocês diz
que não torce
por ninguém
Há dez anos no Brasil, o professor de inglês Robert Stewart, nascido na Escócia, é reservado ao falar de suas expectativas para o jogo de estréia do Brasil, contra a seleção escocesa, dia 10 de junho. Acho que o primeiro jogo da Copa vai manter uma tradição, de empate em 0 X 0. Eu não vou torcer por ninguém, mas se alguém tiver que ganhar será o Brasil, diz ele, demonstrando pouco (ou nenhum) entusiasmo pelo time da sua terra natal.
Ele justifica sua cautela, avaliando que embora a Escócia tenha participado de muitas Copas, nunca passou da primeira fase, enquanto o Brasil sempre chega às quartas-de-final. Além disso, conta ele, a Escócia não tem nenhum jogador de destaque mundial, como acontece com o Brasil, que tem o Roberto Carlos e o Ronaldinho, que são os jogadores que vão decidir as partidas.
Para Robert, que conta ser o futebol o assunto predileto nas rodadas de cerveja depois do trabalho, os jogos do Brasil e da Escócia são obrigatórios. Vou assistir a todos os jogos que puder, porque o futebol é um assunto que é difícil não comentar, ainda mais envolvendo esses dois países, diz ele.
Mas, no final, ele confessa: Acho que o Brasil, apesar dos problemas com a concentração, vai chegar tranquilo às semifinais. Enquanto a Copa não chega, Robert vai torcendo pelo time que adotou no Paraná, o Coritiba. Vamos ser campeões paranaenses, diz ele, confiante na decisão do Campeonato Paranaense, que tem o seu segundo jogo neste domingo, com o clássico Atletiba.(E.B.J)





