Equipes aguardam capacitação
Para a tabeliã Margarida Carris Fugiwara, de Londrina, ainda faltam informações sobre como vai funcionar o trabalho de mediação nos cartórios. Ela acrescentou que aguarda detalhes para que a equipe passe por capacitação para a nova função. E diz que, desde que casos de inventários e divórcios consensuais foram autorizados a serem resolvidos em cartório, a comunidade tem buscado bastante o tabelionato para questões cotidianas.
A tendência agora é que os agentes atuem na área em que mais dominam e que aproveitem seus conhecimentos para ajudar as partes a chegarem num acordo para ambos os lados. "Ainda não sabemos como vai funcionar, mas tudo que é no começo é mais devagar. Vai um tempo até a população tomar conhecimento e começar a nos procurar para este trabalho", afirma Margarida.
De acordo com a Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg), o curso sob responsabilidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aos agentes de cartórios e tabelionatos deve prever exercícios simulados e estágios supervisionados em dez conciliações e em dez mediações de casos reais.
A Lei da Mediação segue em conformidade com as diretrizes do CNJ. Desde 2006, o conselho organiza uma mobilização em prol da conciliação, que originou a Semana Nacional de Conciliação.(A.L.)





