Equipe pretende realizar trabalho preventivo
Londrina - A revendedora de cosméticos Erineuza Alves Tenório, de 70 anos, afirmou que antes da implantação da UBS do União da Vitória "era uma loucura". "Tínhamos que ir na UBS do Ouro Branco", lembrou, destacando que a população se mobilizou para conseguir a implantação da unidade.
"A gente lutou bastante. Esta UBS representa a vida de nossa comunidade. Na época em que foi inaugurada era a maior do Paraná. E até essa reforma, nunca tínhamos ficado com essa unidade fechada. A gente ficou um pouco triste com a reforma porque achava que seria melhor depois de ficar 197 dias fechada", reclamou Erineuza. Mesmo assim ela elogiou bastante a unidade, cujo atendimento sempre foi exemplar. "Como membro do Conselho Municipal de Saúde, poucas reclamações chegaram até a gente", relatou.
A atual coordenadora da UBS, Eliana Ferrari Liviero Della Flora, afirmou que o desafio é dar continuidade aos atendimentos e implantar mais ações, como a separação dos prontuários de alto risco, gestantes e das crianças até 2 anos. "Vamos também começar a fazer o recadastramento da população no chamado E-SUS para termos dados fidedignos da população."
Ela destacou que as principais patologias já foram detectadas e são majoritariamente as crises hipertensivas, diabetes, anemias infantis, parasitoses e alguns casos de escabiose. "Faremos um trabalho preventivo com o apoio do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf). Por meio deles temos psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas e o agente comunitário para dar informações para a comunidade", destacou. (V.O.)





