EQUILÍBRIO
O operário-equilibrista arrancou suspiros de uma platéia casual. Homens, mulheres e crianças prendiam a respiração cada vez que o rapaz, no alto, caminhava pelo teto molhado da construção com a segurança apenas de um rodinho. Tinha gente que chegava a fechar os olhos e até sair de perto. O ganha-pão do artista anônimo era muita emoção para alguns espectadores.





