Lúcia Cortez, chefe do Núcleo Regional de Ensino (NRE) em Londrina, afirmou que o órgão vê com bons olhos as iniciativas dos colégios que resolvem adotar o equipamento desde que toda a comunidade seja envolvida.
''O Conselho Escolar, Grêmio, APMF e demais integrantes da comunidade devem ser bem informados dos motivos e concordar com a instalação das câmeras. É importante a comunidade participar da escola. No caso desse colégio em particular havia muitos problemas e a melhora foi sensível'', destaca Lúcia.
Para conseguir comprar o equipamento, uma das alternativas é usar recursos do Programa Dinheiro Direto nas Escolas (PDDE), do Ministério da Educação e Cultura, como fez o Colégio João Sampaio. ''Parte desses recursos deve ser direcionada para produtos permanentes, como computadores, por exemplo, e outra parte deve ser gasta com material de consumo, como material pedagógicos'', explica a chefe do NRE. (E.G.)

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