Telma Elorza
De Londrina
Lixo é o problema do cruzamento da Rua Capitão Jacy da Silva Pinheiro com a Avenida Dr. Francisco Xavier Toda, no Cilo 3 (zona oeste). Ali, um grande trecho da Capitão Jacy, uma rua sem asfalto, está tomado pelo entulho e lixo doméstico. Segundo o industrial Luiz Maurício Luppi, que tem uma fábrica nas proximidades, a cada vez que a prefeitura limpa o local, retira de três a quatro caminhões cheios de lixo. ‘‘Mas é só eles saírem daqui, para o povo voltar a sujar’’, reclama.
Luppi, que passa pelo local pelo menos quatro vezes ao dia, se diz impressionado com a falta de urbanidade da população. ‘‘Eles estão prejudicando a si mesmos’’, aponta. De acordo com ele, o lugar é o maior foco de infestação do mosquito Aedes aegipty, transmissor da dengue e febre amarela, em Londrina. ‘‘Os borracheiros fazem deste local o seu depósito de pneus. Isto faz com que o índice de infestação do mosquito da dengue seja um dos mais altos de Londrina. O próprio pessoal da Saúde às vezes queima os pneus para controlar a infestação’’, diz.
Segundo ele, na administração passada, um fiscal era mantido ali todos os dias, para evitar que a população jogasse o lixo. ‘‘Acho que a solução é esta, porque só falar não adianta’’, afirma.

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