O Centro Ocupacional de Londrina, a Associação Flávia Cristina, Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais (Ilece), Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Associação de Pais e Amigos de Portadores de Síndrome de Down (APS Down), Instituto Londrinense de Instrução e Trabalho para Cegos (Ilicit) e Associação Shekiná estiveram presentes na sessão da Câmara na tarde desta quarta-feira (6) para relatar os problemas para firmar contrato com a prefeitura.

Segundo a representante das entidades, Helena Veronesi, desde 2009 as associações que atendem deficientes físicos em Londrina tentam firmar contrato com a Prefeitura. Atualmente, três mil pessoas, em média, são atendidas entre crianças, adultos e idosos.

De acordo com Helena, o repasse de R$ 230 mil, que era divido entre as entidades, foi cortado.

Com o apoio do MP, as negociações duraram aproximadamente um ano, com previsão de assinatura do contrato em setembro de 2010.

Após inúmeros adiamentos, o Município prometeu que o convênio seria firmado nesta quarta-feira (6). " Foi exigido uma montanha de documentos e mais de uma vez a assinatura foi prorrogada", desabafou a representante.

Ela ressaltou que sem o serviço, as pessoas eram atendidas em postos de saúde e enfrentavam filas. "Já nas entidades, o atendimento é na hora, com qualidade, e a família ainda recebe a assistência de profissionais", comparou.

O secretário Municipal de Saúde, Edson de Souza, informou que o convênio deve ser firmado no final do mês. "Infelizmente gostaríamos de estar assinando o contrato nesta semana, mas será firmado entre 25 e 29. No entendimento da Procuradoria será necessário chamamento público", informou.

Com informações do repórter Rafael Fantin, do Portal Bonde.

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