Entidades cobram mais ação da polícia no centro de Cascavel
Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) e entidades classistas de Cascavel querem que as polícias Militar e Civil aumentem a vigilância na região central da cidade, principalmente na zona do Calçadão. Os comerciantes reclamam de atos de vandalismo, furtos, arrombamentos e assaltos, de dia e à noite, parte deles praticados por menores que também investem contra clientes ou pessoas que transitam pelo Calçadão.
Segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Nestor Geteins Vidal, apenas no último final de semana sete lojas tiveram vitrinas quebradas e foram arrombadas. De acordo com o dirigente classista, muitos desocupados e menores autores de delitos que circulam durante o dia, assediando pedestres ou motoristas, à noite dormem em bancos de jardins do Calçadão ou permanecem circulando pelo local, aproveitando para investir contra o patrimônio de comerciantes.
Os problemas na área de segurança estão preocupando o Conseg, a CDL e a Associação Comercial e Industrial de Cascavel, que na próxima semana deverão marcar audiência com responsáveis pelas polícias, entre eles o novo comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Aylton Lino da Silva, que assumiu o cargo na quarta-feira. Entre outras providências, pedirão um posto fixo da PM e ronda permanente durante a madrugada.
Outras questões que preocupam as entidades são o desrespeito às faixas de pedestre e excesso de velocidade nas pistas sinuosas do Calçadão. O responsável pelo Policiamento do 6º BPM, capitão Gilberto Serpa, já participou de encontro na CDL e se comprometeu a reforçar a vigilância, através da manutenção de viatura permanentemente nas proximidades da Catedral da cidade (ponto central do Calçadão). O compromisso foi de também retirar desocupados que fazem ponto na área.Edson MazzettoViatura da polícia em ronda nas proximidades do Calçadão de Cascavel; comerciantes querem mais vigilânciaPaulo Pegoraro





