Novo roundRepresentantes da Abramge reunidos em Curitiba: acusação de abuso de poder econômico e formação de cartelO diretor do Departamento de Convênios da AML, Pedro Garcia Lopes, nega que a entidade tenha obrigado médicos a assinarem procurações sob ameaça de sanções. Esse tipo de conduta aconteceu sim, segundo ele, mas foi na Associação Médica do Paraná, que não tem vínculos com a AML.
Lopes afirma que os cerca de 700 médicos associados à AML foram convidados a entrar no Departamento de Convênios. Os que aceitaram assinaram uma procuração aceitando as condições do departamento e passando a ter o direito de atender todos os convênios que fechassem contrato com a AML. Até o momento 620 médicos aderiram ao Departamento de Convênios.
Quanto ao abuso de poder econômico, Lopes afirma que a juíza Celene Maria de Almeida, da Justiça Federal, deu sentença favorável ao uso da LPM-96 pela AML, na falta de outro referencial. Na decisão, a juíza relatou que a LPM é um referencial que assegura a segurança do paciente ao permitir melhor atendimento. Quanto à formação de cartel, Lopes responde que os médicos são livres para aderir ou não ao Departamento de Convênios.

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