Com 27 anos de existência, a Apae de Rolândia é considerada modelo regional e atende 250 alunos. Os projetos que se destacam são o atendimento aos autistas, a Apaelândia - um sítio onde 15 alunos aprendem diversas atividades rurais como culinária, cuidados com animais e plantio de árvores e frutos. O trabalho mais recente é o atendimento às crianças com deficiência visual.
Por causa dos problemas financeiros, a Apae não tem condição de contratar mais profissionais para manter o atendimento ao município. ‘‘Temos uma fila de espera grande para tratamento com fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapia ocupacional. No entanto, não temos também espaço físico suficiente para isso’’, comentou a vice-presidente Neiva Moser.
Os alunos, que estudam em regime de semi-internato, têm aulas de marcenaria, artesanato, técnicas caseiras com uma minicasa onde são desenvolvidas atividades diárias de uma casa normal. A procura por vagas não fica somente com alunos de Rolândia, mas de municípios vizinhos.
A entidade incentiva o intercâmbio cultural e de experiência com instituições da Argentina e Alemanha. A Apae de Rolândia não encaminha somente seus profissionais para assimilar novos métodos de trabalho no exterior, mas também é referência para educadores na Alemanha.

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