''Eu não gosto não. Dou sempre o que posso, porque muitos deles são mal-encarados. Mas tem um senhor lá na Souza Naves que quando está muito sol ele até coloca papelão em cima das motos para não estragar.''
Rafael Rodrigues, 19 anos, comerciante.


''Não acho certo, porque na verdade eles não tomam conta do carro. É só uma forma de extorquir dinheiro dos outros. Dou sempre alguns centavos, porque se a gente não paga eles riscam o carro, aí não tem jeito.''
Anderson Koyama, 29 anos, comerciante.


''Eu acho errado. Se o serviço ainda fosse autorizado pela Prefeitura e se eles possuíssem um crachá, poderiamos ter mais garantia. Do jeito que está não temos como cobrá-los. E se fosse legalizado poderia estipular um valor de 25 centavos.''
Valdir Macenhan, 36 anos, gerente de filial.

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