Patrícia Lopes, 26 anos, auxiliar de cozinha – ‘‘Uso quatro ônibus por dia, porque moro nos Cinco Conjuntos (Zona Norte) e trabalho na Avenida São João (Zona Leste) e acho que o bilhete eletrônico não vai dar certo. O bilhete vai ser vendido nos bairros? E quem tiver dinheiro só para um bilhete? Também acho que não vai baixar o valor da passagem e vai ter mais gente desempregada.’’

Luciano Manoel de Oliveira, 25 anos, auxiliar de pintura – ‘‘Pego dois ônibus por dia e minha reclamação é a superlotação. Moro nos Cinco Conjuntos
(Zona Norte) e a situação é sempre complicada. Não acredito que a catraca eletrônica vai melhorar. Acho que vai agravar o desemprego.’’

Maria da Silva, 76 anos, aposentada – ‘‘Para mim está tudo ótimo. Moro no Jardim Marabá
(Zona Leste) e tenho ônibus na porta a cada 15 minutos. Há 11 anos não pago passagem. Acho que (o novo sistema) pode melhorar para quem mora mais longe do centro.’’

Fausi Louzada, 40 anos, técnico em enfermagem – ‘‘Se colocarem bilhetagem eletrônica com uma fiscalização rigorosa, acho que vai ser bom e pode funcionar. Já morei em Lisboa (Portugal) e o sistema funciona bem. Acredito que se as autoridades agirem, pode haver diminuição no preço da passagem’’.

Juarez dos Santos Silva, 38 anos, segurança – Moro no Conjunto Guilherme Pires
(Zona Leste) e uso o ônibus de madrugada todo dia. Nos finais de semana, ele demora bastante. Acho que com as mesmas empresas (operando o sistema), as melhorias podem não sair do papel e a prefeitura vai ter dificuldade para fiscalizar, por falta de fiscais.’’

Rosângela Santos, 31 anos, vendedora – ‘‘Moro no Sabará (Zona Oeste) e minha reclamação atual é que deveria ter mais ônibus circulando. Mesmo assim, acho que a qualidade do serviço é boa em comparação com outras cidades do tamanho de Londrina. Acho que o novo sistema pode melhorar mais o serviço.’’

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