Enquanto cresce o interesse pelo parto domiciliar, médicos alertam sobre os riscos
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sexta-feira, 16 de março de 2012
Redação FolhaWeb 
Ter o bebê no aconchego do lar, acompanhada do marido e familiares parece cena de filme antigo, mas é uma opção adotada por muitas mamães modernas. Obstetras e pediatras, no entanto, têm ressalvas quanto ao procedimento.
A empresária Fernanda Alves de Sousa Rocha já tinha visto um programa sobre parto natural há alguns anos e quando ficou grávida da pequena Surya, hoje com pouco mais de 7 meses, voltou a pensar no assunto. ''Tenho também uma amiga que participa do grupo Gesta, de Londrina e ela me deu informações, mas só comecei a pensar em ter meu bebê em casa aos oito meses de gestação.''
Ela conta que teve que mudar de obstetra, já que o primeiro se opunha ao parto domiciliar. O segundo profissional a apoiou e orientou sobre o que deveria ser feito para que o parto ocorresse em casa. ''O parto é familiar é amor puro. Participaram apenas meu marido, meus pais e minha sogra, além da doula, do obstetra e da pediatra. Acredito que a cabeça manda no corpo e por isso não tive medo.''
Leia mais na reportagem de Érika Gonçalves
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