Engenheiros pedem obras de trânsito à Diretran e DNER
Rubens Buritgo Neto
Especial para a Folha
Os coordenadores da campanha de fiscalização dos órgãos públicos, que têm relação direta ou indireta com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), estão preocupados com a forma evasiva das respostas aos processos e sugestões encaminhados pelo Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge), que idealizou a campanha. Desde maio de 1998, mais de 20 processos foram encaminhados à Diretoria de Trânsito (Diretran) ou ao Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER).
Em todos os casos, mandamos um relatório de mais de 15 páginas, embasado com sugestões de projetos, estatísticas e fotos; as respostas geralmente vêm em uma folha, sem qualquer detalhamento de prazos ou obras a serem realizadas, conta Aline Leal, responsável pela parte jurídica dos processos. De acordo com um levantamento do Senge, de 16 questionamentos, 6 deles ainda não tiveram resposta até hoje. Na maioria do processos restantes, o Senge resolveu pedir mais detalhes técnicos e o prazo de execução das obras.
Temos o direito de saber como estes órgãos estão trabalhando em nossa cidade e não sabemos qual o motivo para eles ignorarem nossos questionamentos, salienta Aline. Uma das principais preocupações da campanha são as condições de tráfego no perímetro urbano das BRs 116 e 277.
Para detectar problemas no sistema viário, dois engenheiros do Senge fazem vistorias regulares pelas ruas de Curitiba. Os moradores podem fazer denúncias através do telefone 224 7536, fax 225 5378 ou pela Internet, e-mail [email protected].





