Albari RosaBarbosa: ‘‘Não há justificativa para cobertura vacinal abaixo de 50%’’As ações de imunização contra diversas doenças no Brasil estão sendo avaliadas desde ontem, em Curitiba, por profissionais das secretarias estaduais de saúde de todo o País e representantes do Governo federal. Esta é a primeira vez que o Encontro Nacional do Programa de Imunizações, reunião anual que avalia a cobertura vacinal no País, acontece fora de Brasília, marcando o início de uma fase de descentralização dessas reuniões. O evento vai até sexta-feira.
Na pauta do encontro, que marca os 25 anos do Programa Nacional de Imunização, estão questões técnicas e operacionais dos programas de vacinação. ‘‘Não há justificativa para os municípios que têm cobertura vacinal abaixo de 50%’’, criticou o diretor do Centro Nacional de Epidemiologia (Cenepi), Jarbas Barbosa.
No final do ano passado, o Paraná sediou um seminário sobre controle de doenças imunopreviníveis e, como conclusão, produziu a Carta do Paraná - documento assinado por autoridades municipais de todo o Estado, Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e Fundação Nacional de Saúde, com o compromisso de melhorar a imunização no Estado.
No Paraná, a cobertura vacinal nas crianças menores de um ano atingiu, em 1997, 100% contra poliomielite e tuberculose, e 98% contra tétano, difteria e coqueluche (vacina tríplice).

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