A Folha tentou ouvir ontem à tarde, por telefone, representantes das empresas Arauserv Limpeza e Conservação, de Araucária, e Econ Engenharia, de Curitiba, que contrataram os trabalhadores. Na Arauserv, uma funcionária disse que não havia nenhum diretor que pudesse dar entrevista. Ela anotou o telefone e prometeu retornar a ligação, o que não ocorreu até as 20 horas. O telefone da Econ não atendia no final da tarde.
A assessoria de imprensa da Repar informou que a estatal não iria se pronunciar porque seu departamento jurídico não havia recebido até ontem nenhuma informação sobre as denúncias.
Segundo o Sindipetro, em acordo com a Procuradoria do Trabalho a Arauserv prometeu regularizar, até 6 de novembro, a situação trabalhista do grupo, mas não assumiu nenhum compromisso em relação à saúde deles.