Empresas não sabem como conter atos de vandalismo
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 11 de julho de 2002
Vânia Casado<br> Equipe da Folha 
Curitiba - As empresas Embratel e Brasil Telecom, atingidas pelo rompimento dos cabos de fibra ótica têm dificuldade em proteger suas instalações de atos de vandalismo como os ocorridos na madrugada da última quarta-feira. Foram rompidos quatro cabos no eixo que liga Curitiba a Ponta Grossa, sendo três da Embratel e um da Brasil Telecon.
De acordo com as assessorias das empresas, os cabos são subterrâneos, colocados a cerca de um metro abaixo do solo e fica difícil pensar em esquemas de segurança. ''Quem pratica esse tipo de ato desconhece o material utilizado nos cabos e pensa que pode obter vantagens com ele, mas isso não acontece'', disse o assessor da Brasil Telecom.
As equipes trabalharam rápido para restabelecer os serviços de telefonia. Na Embratel, o rompimento dos três cabos foi detectado ainda na madrugada de quarta-feira, por volta de uma hora da madrugada e até às 10 horas, os serviços estavam restabelecidos. Segundo a assessoria da empresa, toda a comunicação da rede entre Curitiba e a região Sul do Paraná foi afetada.
Da Brasil Telecom, foi rompido um cabo de fibra ótica, também entre Curitiba e Ponta Grossa, onde a comunicação ficou interrompida até a região Norte do Estado. O rompimento aconteceu de madrugada e até o final da manhã da quarta-feira, os serviços já estavam restabelecidos, informou a assessoria da empresa.


