Onze empresas do Brasil e exterior apresentaram ontem os mais modernos sistemas existentes no mundo para o tratamento de lixo hospitalar: esterilização química, incineração, injeção de gases e microondas. Todas são alternativas para o atual tratamento por meio de vala séptica.
Entre as novidades está o tratamento químico, que usa um composto em pó que esteriliza os resíduos infectantes, sem emitir gases poluentes com processos de queima.
Outro sistema considerado de grande eficiência é a tecnologia alemã de tratamento por virólise - lançamento de corrente elétrica em ambiente gasoso, que trata os resíduos numa temperatura de 7 mil graus centígrados. É uma tecnologia cara, que exigiria um investimento de cerca de R$ 16 milhões para implantação, mas é a que tem menor custo operacional, capaz de tratar até 80 toneladas de material por dia, reduzindo o volume em 90%.
Das 1,7 mil toneladas de lixo coletadas em Curitiba, 18 toneladas (cerca de 1%) são de lixo hospitalar. Desse total, apenas 40% é material infectante, isto é, passível de tratamento.

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