Curitiba - O empresário Rogério Prando, sócio da empresa Eurosport, especializada na fabricação de brinquedos infláveis, participou dos estudos para adequar as normas de segurança aos produtos. Os atuais brinquedos produzidos na empresa já estão regularizados conforme a sugestão da ABNT.
''Tivemos que fazer poucas alterações pois o padrão de segurança do material já era bom'', explica. Por conta disso, ele acredita que o preço da produção irá aumentar pouco, entre 10 e 12% aproximadamente. Empresas que serão obrigadas a realizar mais mudanças poderão ter gasto maior.
Argentina
O trabalho brasileiro tem servido de base para que a versão da ABNT na Argentina realize trabalho semelhante. Em breve será feita uma reunião para definir normas de segurança para camas elásticas. Diversos casos de crianças que se machucam, inclusive com ossos quebrados, tem sido verificados neste brinquedo. ''Em muitos países, apenas uma criança por vez pode brincar na cama elástica. Aqui no Brasil diversas entram ao mesmo tempo e os acidentes ocorrem
por conta disso'', explica o coordenador da Comissão de Estudo Especial de Segurança de Brinquedos Infláveis na ABNT, José Carlos Lauter. (D.C.)

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