O Pool de Combustíveis de Londrina e a América Latina Logística (ALL) ganharam mais uma semana de prazo para concluirem, de forma definitiva, os estudos hidrogeológicos que apuram o vazamento de óleo diesel que atingiu o Ribeirão Lindóia (zona oeste), no ínicio de maio deste ano. O prazo anterior estipulado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) terminaria hoje.
O Pool de combustíveis administrado pela Petróleo Ipiranga, em sociedade com a Esso e a Texaco já assumiu a responsabilidade pelo ''acidente'' e informou que vazaram entre 10 mil e 40 mil litros de óleo diesel.
O chefe regional do IAP, Andrew Pinheiro Neto, disse que as empresas terão apresentar uma ''versão conclusiva'' dos seus estudos. O Pool, por exemplo, terá que precisar qual o volume total de óleo que efetivamento vazou de suas tubulações, quando o problema aconteceu e a data que a empresa detectou o problema. Terá ainda de apontar que medidas foram tomadas para conter o vazamento e quais as obras realizadas. Ele evitou falar em valores, mas comentou que ''não será estipulada uma multa qualquer''.
O resultado final das análises feitas pela comissão multidisciplinar de especialistas da Universidade Estadual de Londrina (UEL), instituída pela Justiça para estudar o desastre ambiental, também deverá ser protocolado no final da próxima semana. O delegado Jurandir Gonçalves André, que investiga o vazamento, disse que pretende ouvir a direção do Pool nos próximos dias.

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