Empresas disputam locação de 'sugador' de galerias
Lucio Horta
A Prefeitura de Londrina vai abrir hoje os envelopes com as propostas para locação de dois equipamentos de desobstrução das galerias de águas pluviais. A concorrência pública foi aberta há cerca de um mês e, de acordo com informações da Secretaria de Obras, tem a participação de oito a dez empresas. Se não houver contestação, até julho os equipamentos já deverão estar operando na cidade.
Segundo o secretário de Obras do município, José Righi de Oliveira, o edital de concorrência prevê a locação por seis meses com custo máximo de R$ 16 mil mensal/cada. Os equipamentos são acoplados a um caminhão: enquanto um injeta água com alta pressão numa boca-de-lobo, o outro, em uma próxima, faz a sucção dos materiais que estão obstruindo as galerias.
José Righi explicou que os caminhões da prefeitura só fazem a injeção de água e, muitas vezes, essa operação não é suficiente para a desobstrução. Quando isso acontece, é preciso quebrar o asfalto para providenciar a limpeza - o que aumementa o custo e o tempo do serviço. O secretário diz que, com o novo equipamento, o tempo médio cai de três e até quatro horas de trabalho para apenas sete minutos.
Conforme Righi, Londrina tem 46 mil bocas-de-lobo. Cerca de 4 mil apresentam problemas com frequência e 2 mil estão entupidas. A região central é uma das mais problemáticas, porque as galerias são mais antigas, com diâmetros insuficientes e grande concentração de moradores.





