Empresário quer inquérito sobre danos em carro
PUBLICAÇÃO
sábado, 30 de janeiro de 1999
Marccio W. Varella 
O empresário Arlindo Betti, 36 anos, pediu abertura de inquérito à 9ª Subdivisão Policial de Maringá contra o condomínio do Edifício Palladium. O empresário acusou o condomínio de responsabilidade sobre danos causados ao seu Palio 98. Alguém do edifício teria atirado um saco plástico contendo cerca de 20 litros de água sobre o carro.
Betti explicou à polícia que o carro estava sendo dirigido por sua mulher, que levava seus dois filhos, de 9 e 11 anos. Segundo ele, se o saco tivesse caído sobre o teto poderia ter machucado um deles. Mas o saco caiu sobre a coluna traseira do veículo, causando um afundamento de sete centímetros.
O edifício fica na Praça Rocha Pombo, bairro Vila Operária, perto do centro da cidade. Betti disse aos policiais que o condomínio prometeu pagar o conserto, que deve ficar em torno de R$ 1 mil. Eu não quero dinheiro, quero que o síndico mostre aos condôminos o inquérito policial e que isto sirva de exemplo para que fatos como este não ocorram mais, disse Betti.
Não é a primeira queixa registrada pela 9ª Subdivisão contra objetos atirados de prédios. Há 30 dias, um síndico de edifício da Avenida São Paulo pediu orientação à polícia sobre o que fazer nesses casos.
No caso dele, um morador de seu prédio jogo uma garrafa de plástico de dois litros de refrigerante na calçada, quase atingindo um pedestre.
E ainda ontem uma mulher foi à polícia também para se orientar sobre o que fazer nesses casos. Segundo ela, moradores de um prédio vizinho estariam jogando parafusos e outros objetos no telhado de sua casa.


