São 4,2 mil peças históricas que ainda não têm destino certo. Elas pertencem ao Museu David Carneiro, cuja sede foi colocada em leilão pelo Banco do Brasil. A situação pela qual a instituição passa revoltou o advogado e empresário Maurício Frischmann. Ele está disposto a criar um grupo denominado ‘‘Voluntários dos Museus’’ para encontrar soluções que não comprometam a preservação dos acervos.
‘‘Damos uma importância enorme a pintura de viaduto e deixamos um museu de lado’’, critica Frischmann. ‘‘A memória do cidadão está sendo jogada no esgoto’’, emenda. Para o empresário, é importante que a comunidade esteja atenta ao problema, já que o legado histórico é o aprendizado das futuras gerações. ‘‘O museu nada mais é do que uma grande sala de aula e temos que garantir algo para nossos netos’’, alerta.

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