O empresário Jaime Salvador Larini, dono de uma firma de lubrificantes, em Maringá, foi preso ontem à tarde, acusado de sonegação de impostos. A prisão preventiva de Larini foi solicitada pelo promotor de Justiça, José Aparecido da Cruz, e acatada pelo juiz da 2ª Vara Criminal, Devanir Manchine, com base em investigações da Receita Estadual. Cruz pediu também a prisão preventiva dos sócios de Larini, Carlos Botelho Garcia e Wanderlei Valêncio.
Segundo o promotor, a firma dos três empresários sonegou impostos entre maio de 1994 e dezembro de 1994. Numa fiscalização da RE, os agentes constataram que a empresa só tinha notas fiscais de produtos que eram vendidos para outros Estados, principalmente Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Além disso, a empresa só preenchia a quarta via da nota fiscal. Com este procedimento, a empresa ficou isenta do ICMS, o que, segundo Cruz, gerou um prejuízo de R$ 116,6 mil para os cofres do Estado. Além da prisão preventiva dos empresários, Cruz pediu o sequestro dos bens deles. ‘‘O sequestro dos bens é fundamental para que futuramente o Estado possa entrar com execução dos bens para reaver toda a importância sonegada pelos empresários.’’

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