A Secretaria Municipal de Saúde pretende gastar até R$ 245 mil na contratação de uma empresa especializada no conserto de cinco raios-x. Os aparelhos ficam nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) Sabará e Leste Oeste, no PAI (Pronto Atendimento Infantil), na rua Benjamin Constant, na Maternidade Municipal Lucila Ballalai e no Centro de Referência DST/Aids, na Alameda Manoel Ribas, região central. A licitação determina que a responsável deverá fornecer mão de obra e substituir as peças conforme o cronograma de reparos.

Imagem ilustrativa da imagem Empresa será contratada para consertar raios-X de UPAs de Londrina
| Foto: Ricardo Chicarelli/Grupo Folha


Os interessados podem apresentar as propostas até 30 de outubro. O contrato valerá por um ano. Quem for escolhido será incumbido, dentre outros serviços, de limpar os equipamentos e verificar eventuais desgastes. As adequações serão feitas bimestralmente, sendo a primeira 30 dias após a assinatura do vínculo com a prefeitura.

Para os casos emergenciais, chamados oficialmente de manutenção corretiva, que englobam ajustes em contratempos, os atendimentos acontecerão entre 60 e 120 minutos e de 12 horas em casos que permitam a utilização parcial do equipamento. O secretário de Saúde, Felippe Machado, explicou que o processo só foi publicado no final do ano pela "especificidade", já que "é preciso um detalhamento bem minucioso para colocar todas as informações".

Esperançoso para um resultado positivo da licitação - uma tentativa foi feita em 2018, mas ninguém se interessou -, Machado espera dar fim ao remanejamento de pacientes quando o raio-x de alguma unidade acaba quebrando. "É um transtorno muito grande. Quem tinha exame marcado para a UPA Sabará tem que ir pra Leste Oeste. Outro impasse que desejamos encerrar é a publicação de novos procedimentos cada vez que aparece uma falha", comentou.

mockup