Empresa passa por crise em Foz
De dez turistas que fazem o vôo sobre as Cataratas, oito são estrangeiros. Eles agem muito por impulso, emoção. A visão das Cataratas faz muita gente que não planejou voar conosco, conta Celso Biesuz, diretor da Helisul. A empresa ainda se recupera do período de fechamento de seu posto de atendimento nas Cataratas.
Nos melhores tempos chegamos a realizar 50 vôos diários, lembra Celso Biesuz. Hoje, o movimento da empresa está reduzido a cerca de 15 a 20 vôos por dia.
São quatro aparelhos de fabricação norte-americana que se revezam para fazer vôos de 7 minutos (para decolagens a partir do heliporto localizado na rodovia, a duração dos vôos é de 11 minutos). Carregam até quatro passageiros por viagem. Os ingressos custam US$ 50,00 (para as saídas do parque) e US$ 60,00 (para decolagens do heliporto da rodovia).
Durante o desenrolar da negociação com o Ibama, que se estendeu por quase um ano, a direção da empresa, que também opera vôos turísticos no Rio de Janeiro, pensou em demitir funcionários.
Na época, o movimento caiu 50%. A Helisul mantém cerca de 40 empregados em Foz do Iguaçu.





