Na opinião das empresas permissionárias, os problemas do transporte coletivo de Londrina só podem ser resolvidos com a participação da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). ''A empresa pode acompanhar e tentar corrigir os problemas, mas o aval tem que ser dado pela CMTU'', afirma o chefe de tráfego da Transporte Coletivo Grande Londrina (TCGL), Daniel Martins.
A TCGL, controladora de 80% da frota londrinense, tem um sistema próprio de atendimento ao consumidor. Segundo a empresa, apesar da divulgadação, a média é de 80 ligações por mês o telefone é 0800 4007020. ''É menos de 1% dos usuários mas é uma importante ferramenta'', afirma Martins, que acredita que apesar de bom o sistema pode ser melhorado.
A empresa Francovig permissionária das linhas da zona sul, incluindo os bairros Jamile Dequech, União da Vitória e Cafezal rebate as críticas. A empresa informa, através de sua assessoria, que os horários e os itinerários dos ônibus são definidos pela CMTU. É por solicitação do órgão, por exemplo, que a rota dos ônibus do bairro Jamile Dequech foram incluídas no terminal do Acapulco.
A Francovig também afirma que o intervalo mais longo entre ônibus no União da Vitória é de 14 em 14 minutos. A empresa, entretanto, concorda que o usuário do Jamile Dequech pode chegar a utilizar até uma hora para chegar no Terminal central, creditando o problema a longa distância e o percurso adotado pela CMTU. Segundo a assessoria, nenhuma reclamação sobre esses pontos foi registrado no setor de atendimento ao consumidor, o telefone é 0800 4007989.

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