Empreiteira vai fechar pistas em estado crítico
Até o final da semana, a RPC Construtora, empreiteira que ganhou a licitação para as obras da reforma, deve interditar simultaneamente duas das onze pistas do Terminal, que terão as placas de concreto embaixo do asfalto substituídas. Após essa etapa, as duas pistas serão liberadas e outras duas serão fechadas, e assim por diante, até que o serviço seja concluído em todos os trechos considerados críticos. A RPC terá 120 dias para entregar a reforma.
Segundo a CMTU, enquanto uma pista estiver fechada, seus pontos de desembarque serão transferidos para plataformas próximas, e as linhas não sofrerão alterações. Os usuários serão informados sobre as pistas que serão interditadas e sobre as mudanças nos pontos com folhetos e em informes nos meios de comunicação.
A reforma do Terminal se tornou inevitável a partir do segundo semestre do ano passado, quando as rachaduras nas pistas passaram a acumular lama e água da chuva, que sujavam os usuários conforme os ônibus andavam pelo asfalto acidentado. O incoveniente denunciava um problema mais grave, as infiltrações na pavimentação.
O Terminal Urbano de Transporte Coletivo foi inaugurado em 1988, quando Wilson Moreira era prefeito. A última grande reforma no local foi realizada na gestão de Luiz Eduardo Cheida (1993-96), e a calçada da Benjamin Constant é ponto de vendedores ambulantes desde 1989.





