Emoção no enterro de taxista morto em Jandaia do Sul
Emoção no enterro de taxista morto em Jandaia do Sul Maurício Borges De Apucarana Em clima de comoção e revolta, cerca de seiscentas pessoas acompanharam ontem, às 10 horas, o sepultamento do taxista Miguel Martinez Sanches, 64 anos, assassinado anteontem, na zona rural de Jandaia do Sul (28 km a oeste de Apucarana). Companheiros de profissão também seguiram com seus carros, exigindo justiça para o crime. Miguel era funcionário aposentado da prefeitura e começou a trabalhar como taxista há quatro anos. Seu último trabalho foi na quinta-feira, às 5h30, quando pegou um suposto passageiro no ponto de táxi da rodoviária. Vítima de um assalto, o taxista acabou sendo executado, porque, provavelmente, teria reconhecido o assaltante, conforme supõe a polícia. No levantamento de informações no local do crime, investigadores constataram que, antes de ser morto com dois tiros na nuca, o taxista foi obrigado a deitar-se de bruços no chão. O delegado de Jandaia do Sul, Gustavo Tucci Nogueira, estava ontem em investigações e prometia novidades para as próximas horas.





