Maurício Borges
De Apucarana
Pedido de embargo impetrado pela assessoria jurídica da Fundação Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana (Fecea) evitou ontem que fosse a leilão, em primeira praça, uma área de 2.500 metros que a instituição usa, há mais de 20 anos, como estacionamento. O terreno, que é de propriedade da Indústria de Construção Civil J. de Castro Ltda, foi dado em garantia numa ação de execução fiscal movida pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). O juiz Katsujo Nakadomari, da 1ª Vara Cível, suspendeu o leilão.
Desde 1975, quando o câmpus da Fecea foi instalado às margens da BR-376, na saída para Curitiba, o proprietário anterior do imóvel, Joaquim Vicente de Castro, permitia a utilização desta área, que agora é objeto de leilão. Segundo o diretor da faculdade, professor Benedito Cândido da Silva, havia um compromisso formal de doá-la à instituição, mas isso não aconteceu.
A prefeitura de Apucarana já decretou o imóvel de interesse público para fins de desapropriação, mas não dispõe de dinheiro para a compra.

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