Maringá - A greve de advertência dos policiais civis e escrivães de Maringá durou apenas seis horas. O protesto seria realizado durante todo o dia de ontem, mas às 14 horas o pessoal decidiu voltar ao trabalho depois do compromisso assumido pelo governo do Estado para uma reunião. Em frente da 9ª Subdivisão Policial e de alguns distritos, os policiais mantiveram faixas lembrando a população sobre o descaso do governo com a segurança pública.
Os policiais reclamam principalmente da falta de reposição salarial nos últimos sete anos. O salário de investigador e de escrivão gira em torno de R$ 715,00. Eles afirmam que além dos baixos salários, são obrigados a trabalhar com armas defasadas e coletes à prova de balas vencidos. Segundo representantes da categoria, os investigadores são também obrigados a arcar com o custo de compra das armas e munições, pois caso contrário, vão para as ruas desarmados. Mesmo diante dessas condições, os investigadores e escrivães afirmam que não estão dispostos a aderir a um movimento grevista.

mockup