Servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) também entraram em greve, mas a decisão da categoria não foi unânime. Na assembléia, parte dos funcionários se posicionou contra a paralisação e muitos reclamaram da decisão, alegando que o número de votos contrários à greve teria vencido.

Segundo o presidente da Associação dos Docentes da UEM (Aduem), Angelo Priori, os professores estão divididos quanto ao movimento. Mas ele é favorável. A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), que congrega os servidores da UEM, reclamou da falta de diálogo com o governo do Estado. ''Simplesmente ele (governador Jaime Lerner) não nos recebe'', disse a presidente Ana Estela Codato Silva.

Segundo o Sinteemar, o Hospital Universitário (HU) mantém 30% do atendimento, com prioridade aos casos de urgência e emergência.

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