Em Londrina, UEL faz nova assembléia amanhã
PUBLICAÇÃO
sábado, 15 de setembro de 2001
Lúcio Flávio Moura<br>De Londrina 
Os professores da Universidade Estadual de Londrina aprovaram durante a semana a greve, mas somente amanhã vão decidir se paralisam as atividades. O presidente do Sindicato dos Professores de Londrina (Sindiprol), César Caggiano Santos, recomenda aos estudantes que compareceram ao câmpus amanhã para se integrar ao dia de mobilização. De manhã, uma reunião no Anfiteatro Maior do Centro de Ciências Humanas (CCH) decife os rumos do movimento.
Os funcionários do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) pretendem aderir às manifestalções. Os servidores ligados às secretarias de Justiça e de Segurança Pública também dedidem amanhã se paralisam ou não as atividades.
O Hospital Universitário - o maior do Norte do Estado - e o Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Estadual de Londrina podem reduzir o atendimento à população se a greve for deflagrada na UEL. ''Se o paciente já enfrenta filas em dias normais no HU, pode se preparar, infelizmente, para uma situação ainda pior'', alertou Ana Maria da Cruz, presidente do Sinsaúde e integrante do comando regional de mobilização dos servidores.
Se houver greve, os atendimentos de urgência e emergência devem funcionar precariamente, com equipes reduzidas. Está prevista uma concentração permanente dos servidores em frente ao hospital. No HC, todas as consultas marcadas para amanhã foram canceladas. A distribuição de medicamentos, que ocorre normalmente em período integral, deve ficar restrito à parte da manhã, inicialmente.


