Curitiba Em Londrina, onde 59 mil pessoas usam o SAS, os usuários parecem estar satisfeitos. O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Técnicos Administrativos da Universidade Estadual de Londrina (Assuel), Itamar André Rodrigues do Nascimento, diz que na época do IPE o atendimento era pior e mais demorado. ''O problema da demora acontece porque o número de pacientes é muito grande, já que são várias cidades. Mas no geral, a cobertura e a qualidade do atendimento são melhores'', garante. Em Londrina o atendimento é feito pela Santa Casa, Hospital Infantil e Mater Dei, além do antigo prédio do IPE, onde só são feitas consultas ambulatoriais pré-agendadas.
''Meu filho nasceu no Mater Dei e todo o atendimento, desde a hora que cheguei com a minha esposa, foi excelente. A minha esposa fez também já uma cirurgia pelo SAS e correu tudo da melhor forma possível'', garante o servidor público Anderson Alves de Oliveira.
A presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Londrina (Sinsaúde), Ana Maria Cruz. ''O IPE estava sucateado. Os servidores demoravam meses para conseguir agendar consultas e serviço tem que funcionar de forma mais ágil, como está sendo hoje'', defende. Para Ana Maria, essa diferença no atendimento entre Londrina e Curitiba, apontada pelos servidores, é por causa do volume de pessoas que usam o sistema. ''A grande maioria dos servidores está na Capital.''(A.B.)

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