Em Londrina número de casos diminuiu
Em Londrina o atendimento a portadores de hanseníase é feito na Policlínica e no Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (Cismepar). De acordo com a diretora de Epidemiologia da Secretaria da Saúde, Sônia Fernandes, os casos mais simples são atendidos pelo Consórcio e os mais graves, encaminhados para a Policlínica.
Este ano, 29 pacientes estão sendo acompanhados na cidade. No ano passado, a Secretaria de Saúde registrou 59 casos da doença. A suspeita é diagnosticada por dermatologistas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e o encaminhamento em caso de comprovação da doença é feito para a Policlínica. O acompanhamento do doente é realizado por uma equipe de enfermeiros e fisioterapeutas.
O diagnóstico, de acordo com Sônia Fernandes, é feito de duas formas clínicas: paucibacilar (com poucos bacilos) e multibacilar (com muitos bacilos). ''Situações muito especiais, como casos de crianças menores de 15 anos e os casos em que a doença volta a se manifestar, são encaminhados para o Cismepar, onde o tratamento é feito de forma clínica, com remédios e acompanhamento mais próximo'', explica Sônia Fernandes. (M.O)





