Em defesa da autonomia
Para reitor César Caggiano Santos, ex-presidente do Sindiprol, doutor em engenharia nuclear; para vice-reitor Esio de Pádua Fonseca, professor doutor do departamento de agronomia. Caggiano falou para a Folha, em linhas gerais, sobre as principais metas que norteiam seu programa de governo.
Em primeiro lugar está a defesa da autonomia da UEL. Entendemos a necessidade de a universidade ter autonomia de gestão financeira e patrimonial. O que nos preocupa é que hoje existe na Assembléia Legislativa, com previsão de votação a partir de agosto, um projeto de autonomia do governo estadual, que não contempla as necessidades da comunidade universitária, além de ter pontos inconstitucionais.
Incentivo à pós-graduação, principalmente mestrado e doutorado, é outra meta da chapa. Segundo Caggiano, o investimento nesta área promove a melhoria da qualidade de ensino. Em universidades de excelência, a valorização da pós-graduação, está propiciando um aumento no número de vagas, e a ampliação da quantidade de cursos oferecidos pela universidade.
Planejamento a curto, médio e longo prazo, com a participação da comunidade universitária, é a meta do programa com a qual se pretende resgatar a valorização e motivação de funcionários e professores, segundo Caggiano. O planejamento será feito com a participação de todos os segmentos da comunidade universitária.
Caggiano afirma que todo o trabalho será fundamentado na transparência de atos e ações e na independência político-partidária. (E.P.)





