No burburinho da Praça da Bandeira, na área central de Londrina, entre hippies e artesãos, na tarde agitada de um dia qualquer, por cansaço ou algum motivo que nunca saberemos, um homem decide que falar ao telefone não combina com ficar em pé e com falta de conforto. O embate com o interlocutor foi longo e desgastante? Ou será que foi um ato aprazível sem pretensões para preencher aquela tarde vazia? Feliz ou infeliz, ele não era mais um no cenário da praça. Era alguma coisa original no coração da cidade, que às vezes bate sem a gente nem notar.(Lúcio Flávio Moura)

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