Em Londrina há dois tipos de pombos. A columba livia (pombo doméstico) e, em maior número, a zenaida auriculata, conhecida como amargosinha. O controle populacional dessas aves, segundo o professor de Medicina Veterinária da Unopar e doutor em Ciência Animal Edgard Hoshi, é difícil porque o município oferece um ambiente propício à proliferação dessas aves. Além do grande número de exemplares vivendo na zona urbana, há uma população muito grande de pombos na zona rural, onde há fartura de alimentos por ser uma região produtora de grãos.
O abate, avalia Hoshi, não seria uma possibilidade. "Posso chegar na zona rural e abater? Porque se abater só as aves que vivem na zona urbana o problema fica na zona rural e elas vêm. O ciclo reprodutivo dessas aves é mais rápido, elas se adaptam facilmente aos ambientes e fazem ninho em qualquer lugar. Por isso uma solução é tão difícil", destacou. (S.S.)

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