Em 2008, o governo estadual havia autorizado a inclusão da construção do novo aeroporto do Oeste, em Cascavel, no Plano Aeroviário do Estado do Paraná (Paepar), que deveria ter sido reformulado em 2009, já que o último plano é de 1989, com validade para vinte anos. A inclusão seria feita no novo plano, necessário para o repasse de verbas da União, por meio do Programa Federal de Auxílio à Aeroportos (Profaa).
Apesar disso, o chefe do departamento hidro-aero-ferroviário da Secretaria Estadual de Transportes, Germano Valença, afirma que os aeroportos ''continuam a receber os recursos federais''. ''O Governo também auxilia os municípios no que representa o maior ônus na administração do aeroporto, como a pavimentação asfáltica, projetos e equipamentos''.
Conforme ele, o plano não foi atualizado por adequação orçamentária. ''O Instituto de Aviação Civil fazia esse plano em convênio com os estados. No entanto, deixou de existir quando da criação da Anac. O Estado tentou contratar a atualização deste plano em 2008 com empresas e institutos privados, mas o custo ficou muito alto, em torno de R$ 2 milhões'', explica.
O Profaa destina recursos para a implantação, melhoramento, reaparelhamento, reforma ou ampliação de aeródromos e aeroportos de interesse estadual.
No Paraná, Maringá recebeu pouco mais de R$ 2 milhões para a ampliação do pátio de estacionamento de aeronaves. O recurso foi possível porque consta no antigo Plano Aeroviário Estadual (PAE). (M.T.)

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