Um es­pa­ço edu­ca­ti­vo de bra­ços aber­tos pa­ra a in­clu­são so­cial. É com es­sa ca­rac­te­rís­ti­ca que o Cen­tro Es­ta­dual de Edu­ca­ção Bá­si­ca pa­ra Jo­vens e Adul­tos Her­bert de Sou­za, de Lon­dri­na, co­me­mo­ra 22 ­anos de exis­tên­cia. Lo­ca­li­za­do no Jar­dim Ita­ma­ra­ti (Zo­na Oes­te de Lon­dri­na), a ins­ti­tui­ção ofe­re­ce me­to­do­lo­gia di­fe­ren­cia­da pa­ra ­quem de­se­ja con­cluir os en­si­nos Fun­da­men­tal e Mé­dio e tra­ba­lha com uma po­lí­ti­ca de in­clu­são de pes­soas com de­fi­ciên­cia.
  Na uni­da­de são aten­di­dos 500 alu­nos com ida­de en­tre 15 e 84 ­anos, de 76 bair­ros de Lon­dri­na e de ci­da­des da re­gião. Do to­tal, oi­to têm de­fi­ciên­cia neu­ro­mo­to­ra e um de­fi­ciên­cia vi­sual – nes­se ca­so, ele re­ce­be ma­te­rial di­dá­ti­co em brail­le e po­de res­pon­der as ava­lia­ções no mes­mo sis­te­ma ou oral­men­te.
  ­Além dis­so, o pré­dio é to­tal­men­te adap­ta­do pa­ra alu­nos ca­dei­ran­tes, com ram­pas de aces­so e es­tru­tu­ra apro­pria­da nos ba­nhei­ros. Ou­tro di­fe­ren­cial é que um agen­te ope­ra­cio­nal acom­pa­nha os alu­nos des­de o mo­men­to em que des­cem no pon­to de ôni­bus. Ele é o res­pon­sá­vel por le­var os es­tu­dan­tes até a sa­la de au­la, acom­pa­nhá-los ao ba­nhei­ro, en­tre ou­tras ta­re­fas.

● Conhecido como Betinho, foi um sociólogo e ativista dos direitos humanos. Concebeu e dedicou-se ao projeto Ação da Cidadania contra a Fome, a Misérie e pela Vida

● É um sistema de leitura com o tato para cegos inventado pelo francês Louis Braille (que ficou cego aos 3 anos) em 1827, em Paris

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