Para os estudantes de hoje, fazer contas nos dedos ou na ponta do lápis é coisa rara. Mas, então, como aprender Matemática sem usar sempre o computador, a calculadora ou até o aparelho de telefone celular?
Os alunos da quinta série de um colégio de Londrina resolveram essa questão na prática. Com a orientação do professor da matéria, levaram a sala de aula para a feira livre, onde puderam pesquisar o preço dos produtos por quilo, dúzia e unidade, simulando uma compra.
Com caneta, lápis, borracha e prancheta nas mãos, e sem a ajuda da calculadora, anotaram tudo para fazer os cálculos depois, na sala de aula. Os pais também participaram, sugerindo, em casa, os produtos a serem pesquisados na feira.
Essa experiência deveria ser adotada por outras escolas, porque as vantagens são muitas. Saindo da sala de aula os alunos deixam de trabalhar só a teoria e passam a vivenciar a prática. Neste caso, tiveram a chance de contextualizar as situações da matemática no dia-a-dia. E aprenderam também a ser bons consumidores, comprovando que a pesquisa é a melhor saída para conseguir bons preços e produtos com qualidade.

Do grego ‘máthema’: ciência, conhecimento, aprendizagem; ‘mathematikos’: apreciador do conhecimento. É o estudo de padrões de quantidade, estrutura, mudanças e espaço.

Sua primeira versão foi o ábaco. Os ábacos mais antigos que se têm notícia remotam ao século VIII, utilizado por comerciantes na China. Posteriormente, Wilhelm Schickard construiu a primeira calculadora automática em 1623, que foi procedida pela máquina de calcular contruída por Blaise Pascal em 1642.

Existe no Brasil desde o tempo da colônia. Em muitos lugares no interior do país elas são o principal e, às vezes, o único local de comércio da população. Muitas vezes elas funcionam também como centros culturais e de lazer.

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