Londrina - Recém-contratado pelo Hospital do Coração, Gabriel Luís Rodrigues, de 17 anos, não vê a hora de trabalhar mais. No último ano do ensino médio, já faz planos para quando terminar os estudos e poder aumentar a carga horária de duas para quatro horas. "Cuido do cartão ponto dos funcionários e arquivo a documentação. Não tenho dificuldade em fazer isso; aprendi rápido. O pessoal do setor também é muito legal e me ajuda", conta o menino, que teve meningoencefalite viral aos 2 anos de idade e, com isso, teve de reaprender a falar e andar.
Antes de ter a carteira assinada – motivo de orgulho –, ajudava na farmácia da família com a entrega de remédios. "Ele tem uma vida normal e ativa, como de qualquer outro jovem. Gosta de computador e eletrônicos. Também é extremamente responsável. Acredito que o trabalho vai trazer ainda mais maturidade a ele. É só ensinar com calma que ele aprende. Apesar do pouco tempo, percebemos que a autoconfiança melhorou bastante", diz a mãe, Sônia Rodrigues. (M.T.)

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