Londrina - Para quem quer fugir das empresas privadas para coletar os resíduos de saúde e reduzir os custos, a consultora da Priore Sustentabilidade, Maíra Calzavara, diz que é melhor se associar com cooperativas já existentes do que formar uma nova.
Segundo ela, para constituir uma cooperativa é preciso um número mínimo de 20 participantes dispostos a participar da empreitada e criar um estatuto, o que pode se tornar trabalhoso devido à tendência de dispersão do grupo. '' Caso não seja possível, a criação de uma associação talvez seja uma alternativa mais viável'', comenta. Mesmo assim, ela afirma que seria difícil formatar a cobrança de mensalidades e conseguir um espaço adequado e os equipamentos para realizar o manejo dos resíduos de saúde, se referindo à necessidade de equipamentos como autoclave e incinerador e também um aterro sanitário adequado para receber o material tratado.
''Talvez seja possível formar uma parceria com uma cooperativa de recicladores que já está formada, capacitá-los e apresentar um projeto para que eles desenvolvam esse tipo de serviço'', sugere.(V.O.)

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