É como se fosse brinquedo de luxo
Por consumismo ou necessidade, os celulares entram cada vez mais cedo na vida das crianças. Por isso, a população mais jovem passou a significar um importante nicho de mercado para as operadoras. Na Sercomtel, conforme Marcos Roberto Marques, gerente de comunicação e marketing, as crianças e adolescentes até 16 anos representam de 50% a 55% da base de clientes.
''Atualmente, as crianças ganham o primeiro celular por volta dos 7 anos. A maioria absoluta compra os modelos pré-pagos porque os pais querem monitorar os gastos'', informa. Ele revela também que os jovens clientes fazem questão de câmaras para fotografar e cartões para armazenar músicas, que trocam com os amigos pela tecnologia bluetooth. ''É como se fosse um brinquedo de luxo'', considera.
Ana Paula Perfetto Demarchi, mãe de Felippo, 13, e Andrezza, 9, confirma que os filhos fazem questão de se manter atualizados em relação às tecnologias e sempre pedem para comprar novos modelos. ''O celular virou presente de aniversário, de Natal. A Andrezza prefere ganhar acessórios para o aparelho em vez de Barbies'', exemplifica. (C.A.)





