E com cobras, aranhas e outros bichos
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sexta-feira, 28 de novembro de 1997
Da Redação 
Arquivo FolhaSinal vermelhoA fosseta loreal se localiza na parte posterior do olho e diferencia o ofídio peçonhento: veneno garantido O sol está quente, os jardins estão floridos e as folhagens e árvores se agitam viçosas. Todo esse cenário, entretanto, pode esconder perigos mortais. É nessa época do ano que as abelhas saem em busca da variedade da florada, as aranhas, os escorpiões e os sapos deixam seus esconderijos atraídos pelo grande número de insetos, e as lagartas descem em grupos das árvores para se alimentar das folhas mortas amontoadas no chão.
Tudo isso é perigoso para o ser humano. Mas a Secretaria da Saúde do Paraná ressalta: Todos os animais participam ativamente do equilíbrio ecológico e são de grande utilidade no controle de pragas. A preservação do meio ambiente e dos ecossistemas previne a proliferação de animais peçonhentos, combatidos por seus inimigos naturais.
O papel dos homens no equilíbrio ecológico é conhecer as diferenças entre as espécies, respeitar seu habitat e, em caso de acidente, tomar as medidas corretas e procurar auxílio médico o mais rápido possível.
Primeiro devemos saber a diferença entre animais peçonhentos e venenosos e suas respectivas armas. Animais peçonhentos são aqueles que possuem glândula de veneno que se comunica com dentes ocos, ferrões, agulhões, por onde transmitem o veneno para a vítima. São exemplos desse tipo de bichos serpentes, aranhas, escorpiões, abelhas e arraias.
Já os animais venenosos não possuem aparelho inoculador (dentes ou ferrões) e provocam envenenamento passivo por contato, como as lagartas, por compressão como os sapos ou por ingestão como o baiacu, peixe de carne venenosa.CUIDADOS


