A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) informou ontem que as empresas Costa Oeste, de Medianeira, e Paviservice, de Curitiba, vão assumir, respectivamente, os lotes 1 e 2 do serviço de capina e roçagem nas zonas norte e sul de Londrina a partir de segunda-feira. Durante entrevista coletiva, o presidente da companhia, José Carlos Bruno de Oliveira, confirmou o rompimento unilateral do contrato com a Ecsam, que venceu o processo licitatório pelo lote 1 e assumiu o lote 2 após o primeiro colocado desistir do certame.
O presidente da CMTU justificou que a empresa teve uma queda de rendimento nos últimos meses com falta de equipamentos e também sinalizou que não tinha mais interesse na prestação do serviço em Londrina. Assim, a capina e roçagem prevista em 2 milhões de metros quadrados por mês, conforme o contrato, deixou de ser cumprida. "Apesar do bom começo, houve problemas com a empresa e o rendimento caiu. A expectativa é melhorar o serviço com as novas empresas, que possuem experiência na área e ainda vão aumentar o número de equipamentos nos lotes", afirmou.
Oliveira esclareceu que optou pelo chamamento das empresas que já haviam sido classificadas na última licitação para evitar o acúmulo da demanda pelo serviço com um novo certame, sujeito a atrasos, principalmente por causa dos recursos durante o processo. O contrato tem validade até dezembro, com previsão de renovação por mais 12 meses.
O custo mensal por lote é de aproximadamente R$ 300 mil e a previsão é de que os serviços sejam executados por cerca de 65 funcionários em cada área. A Paviservice vai iniciar o serviço no começo da próxima semana na região da Avenida Duque de Caxias. O local de trabalho da Costa Oeste deve ser divulgado na manhã de segunda-feira.

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